O Google comprou 217 patentes da IBM em diferentes frentes, que vão de tecnologias wireless para telefones até widgets em javascript, informou o blog SEO by the Sea.
De acordo com a publicação, os valores da negociação ainda são desconhecidos.
A compra do acervo tem dois motivos: desenvolvimento de novos produtos e munição para eventuais causas judiciais. Entre as patentes adquiridas estão tecnologias para gerenciamento de e-mail, calendários on-line e transferência de aplicações web entre dispositivos.
No ano passado, em duas compras diferentes, realizadas em julho e em setembro, o Google adquiriu mais de 2.000 patentes da IBM.
Quando comprou a Motorola Mobility, em agosto do ano passado, por 12,5 bilhões de dólares, o Google adquiriu, ao mesmo tempo, um pacote com cerca de 17 mil patentes registradas e outras 7.000 esperando aprovação.
Infonews
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Roteador WNR1000
O roteador WNR1000, da Netgear, é uma boa pedida para manter uma rede doméstica sem problemas de distribuição. Trabalhando no padrão 802.11n, ele manteve o sinal forte e estável mesmo 16 metros distante do computador, durante nossos testes, e teve pouca variação de velocidade em função da distância. O modelo também se destaca pela boa relação entre custo e benefício. Está nas lojas por 169 reais.
Além de servir como ponto de acesso para outras redes, o equipamento possui quatro portas Fast Ethernet LAN e uma WAN. Talvez Gigabit Ethernet fosse a interface de rede mais apropriada. O roteador tem todos os recursos básicos, como suporte a DHCP, IP fixo, PPoE, redirecionamento de portas e servidor de DHCP estático e dinâmico.
O sistema de configuração tem menus em português fáceis de entender. É possível definir um limite de banda – e quando o valor é excedido, o modelo avisa por meio de um LED. O aparelho também conta com uma antena removível, que pode ser substituída por outra com maior eficiência.
Na segurança, o produto traz os protocolos WEP, WPA e WPA2, além de outros recursos geralmente presentes nesse tipo de aparelho, como filtro de URL e IP, anti-DoS, firewall e bloqueio por MAC. A interface web não tem o protocolo HTTPS, que protege a conexão entre o usuário e a interface de gerenciamento. Mesmo assim, a agilidade para acessar o painel é boa, com acesso restrito ao administrador.
Conexão estável
O Netgear WNR1000 passou por uma longa sessão de testes no INFOlab e não chegou a nos impressionar. Ele atingiu apenas 19,9 Mbps de pico na velocidade. A 16 metros do aparelho, com paredes de concreto como obstáculo, a velocidade ficou por volta de 18,9 Mbps, o que mostra a estabilidade do sinal. Pena que, mesmo utilizando a rede Wi-Fi no padrão n, o desempenho médio foi tímido – apenas 19,5 Mbps. A intensidade média do sinal ficou em 72%.
Além de servir como ponto de acesso para outras redes, o equipamento possui quatro portas Fast Ethernet LAN e uma WAN. Talvez Gigabit Ethernet fosse a interface de rede mais apropriada. O roteador tem todos os recursos básicos, como suporte a DHCP, IP fixo, PPoE, redirecionamento de portas e servidor de DHCP estático e dinâmico.
O sistema de configuração tem menus em português fáceis de entender. É possível definir um limite de banda – e quando o valor é excedido, o modelo avisa por meio de um LED. O aparelho também conta com uma antena removível, que pode ser substituída por outra com maior eficiência.
Na segurança, o produto traz os protocolos WEP, WPA e WPA2, além de outros recursos geralmente presentes nesse tipo de aparelho, como filtro de URL e IP, anti-DoS, firewall e bloqueio por MAC. A interface web não tem o protocolo HTTPS, que protege a conexão entre o usuário e a interface de gerenciamento. Mesmo assim, a agilidade para acessar o painel é boa, com acesso restrito ao administrador.
Conexão estável
O Netgear WNR1000 passou por uma longa sessão de testes no INFOlab e não chegou a nos impressionar. Ele atingiu apenas 19,9 Mbps de pico na velocidade. A 16 metros do aparelho, com paredes de concreto como obstáculo, a velocidade ficou por volta de 18,9 Mbps, o que mostra a estabilidade do sinal. Pena que, mesmo utilizando a rede Wi-Fi no padrão n, o desempenho médio foi tímido – apenas 19,5 Mbps. A intensidade média do sinal ficou em 72%.
Airport Express da Appl
Com tamanho bastante reduzido o roteador Airport Express, da Apple, parece muito uma fonte de MacBook. O pequeno pesa 212 gramas e conta com uma porta USB para impressoras e uma saída P2 para fones de ouvido. Com sinal não muito forte, esse roteador de padrão n é indicado para viagens e reuniões fora do escritório, já que em grandes distâncias as quedas na conexão são frequentes. O pequeno roteador é vendido por 369 reais.
O roteador minimalista da Apple trabalha espetado na tomada e possui uma porta de rede para receber o sinal da banda larga e distribuí-lo por Wi-Fi. A velocidade da rede montada no padrão n é boa (42,9 Mbps, em média, nos testes realizados no INFOlab), mas em alguns momentos o Airport Express apresentou dificuldades na autenticação em links de banda larga ADSL (Speedy).
Ele também tem uma porta USB e uma saída de áudio P2. A primeira serve para plugar uma impressora e deixá-la acessível a qualquer PC da rede doméstica. A saída P2 permite ligar o Airport Express a aparelhos de som para ouvir as músicas que estão nos micros conectados por Wi-Fi.
O roteador minimalista da Apple trabalha espetado na tomada e possui uma porta de rede para receber o sinal da banda larga e distribuí-lo por Wi-Fi. A velocidade da rede montada no padrão n é boa (42,9 Mbps, em média, nos testes realizados no INFOlab), mas em alguns momentos o Airport Express apresentou dificuldades na autenticação em links de banda larga ADSL (Speedy).
Ele também tem uma porta USB e uma saída de áudio P2. A primeira serve para plugar uma impressora e deixá-la acessível a qualquer PC da rede doméstica. A saída P2 permite ligar o Airport Express a aparelhos de som para ouvir as músicas que estão nos micros conectados por Wi-Fi.
Roteador TL-WR740N
Um roteador para casa deve ser simples de configurar, ter sinal forte para chegar a todos os cômodos e, principalmente, preço que não machuque o bolso. Mesmo não entregando toda a velocidade do Wi-Fi padrão n (300 mbps) o roteador TL-WR740N, da TP-Link, tem um bom nível de sinal e não falha na entrega dos 150 mbps. Por 99,9 reais, esse roteador é uma boa escolha para quem não quer gastar muito em sua rede de casa.
Com a carcaça em plástico branco, laterais com detalhes pretos e frente com indicadores pequenos na cor verde, o TL-WR740 é um roteador como outro qualquer. Com uma antena grande, o roteador conseguiu alcançar boas distâncias sem perder o sinal nos testes do INFOlab. Seu desempenho ficou dentro do esperado, mesmo não sendo no padrão n completo e entregando 150 mpbs.
Um ponto forte do modelo é sua interface de configuração, que mesmo em inglês é bastante simples. Um dos recursos, o “Bandwidth Control” (controle de banda), permite definir quanto cada endereço MAC vai utilizar da conexão. Isso pode ser útil em casa, não deixando que um computador atrapalhe a navegação dos outros, ou mesmo para evitar o controle de tráfego por excesso de downloads.
O roteador também conta com o recurso QSS (Quick Security Setup), que permite habilitar segurança de uma forma mais prática e sem complicações entre o roteador e um modem com a mesma tecnologia. O recurso pode ajudar a eliminar aquele vizinho mala que fica roubando sua conexão. A TP-Link oferece um guia, em inglês, que ensina a configurar o sistema.
Com a carcaça em plástico branco, laterais com detalhes pretos e frente com indicadores pequenos na cor verde, o TL-WR740 é um roteador como outro qualquer. Com uma antena grande, o roteador conseguiu alcançar boas distâncias sem perder o sinal nos testes do INFOlab. Seu desempenho ficou dentro do esperado, mesmo não sendo no padrão n completo e entregando 150 mpbs.
Um ponto forte do modelo é sua interface de configuração, que mesmo em inglês é bastante simples. Um dos recursos, o “Bandwidth Control” (controle de banda), permite definir quanto cada endereço MAC vai utilizar da conexão. Isso pode ser útil em casa, não deixando que um computador atrapalhe a navegação dos outros, ou mesmo para evitar o controle de tráfego por excesso de downloads.
O roteador também conta com o recurso QSS (Quick Security Setup), que permite habilitar segurança de uma forma mais prática e sem complicações entre o roteador e um modem com a mesma tecnologia. O recurso pode ajudar a eliminar aquele vizinho mala que fica roubando sua conexão. A TP-Link oferece um guia, em inglês, que ensina a configurar o sistema.
Storage da Qnap
O TS-219P+, da Qnap, é um paralelepípedo metálico capaz de armazenar, em dois HDs, 4 TB de dados com uma boa velocidade de escrita. Voltado para a pequena empresa, a pequena unidade de armazenamento é elegante, faz pouco ruído e traz 3 portas USB 2.0, 2 portas eSata, conexão Gigabith Ethernet e compatibilidade com diversos protocolos comuns no universo dos escritórios. Um ponto negativo do produto, levantado durante os testes do INFOlab, é a instabilidade da interface de configuração. Além de ser muito lenta, ela travou em diversos momentos. Essa característica mancha a reputação de um produto que custa 2.998 reais.
Medindo 10,2 por 15,5 por 21,6 centímetros, o TS-219P+ é um produto pequeno. Sua construção em metal escovado e plástico preto para a face frontal é bastante elegante. Ele conta com pequenos leds que indicam o funcionamento dos HDs, da porta Ethernet e das conexões eSata. O transporte dessa unidade não é dos mais sofríveis, já que ela pesa 2,9 Kg, o que não é muito para a categoria. Um de seus concorrentes diretos, o ix4-200d, da Iomega, pesa 5,5 Kg e mede 19,3 por 19,9 por 16,8 centímetros.
As 3 portas USB do produto permitem a conexão com outros dispositivos de armazenamento, impressoras de rede ou um adaptador Wi-Fi, que é vendido separadamente. Uma delas fica na face frontal, as demais na traseira, onde também estão as eSata e a Gibabit Ethernet.
A interface web tem um visual bonito, traz diversas funções e é fácil de usar, mas ela possui um grande e sério problema: travamentos e erros frequentes. Mas, se um uso frequente do painel não for necessário, esse problema não vai gerar tanto incômodo. Esse modelo da Qnap também traz cliente BitTorrent incorporado, faz downloads http, FTP e RapidShare.
O TS-219P+ oferece controle por usuários e grupos, permitindo a configuração de restrições de leitura e gravação, cotas de espaço para usuários e criação de várias contas simultaneamente (com prefixo e número sequencial). O Backup dos dados pode ser realizado via Apple Time Machine, dispositivo externo, EMC Retrospect, Cloud (Amazon S3 e ElephantDrive), além de um botão frontal para backup instantâneo, que pode ser configurado para melhor atender as necessidades do usuário.
A unidade é compatível com os protocolos CIFS/SMB, AFP (3.1), NFS, FTP, HTTP, HTTPS, Telnet, SSH, iSCSI e SNMP. Ela também oferece alertas via SMS e e-mail, emulação de disco virtual, montagem de ISO, de vigilância, servidor de MySQL e compartilhamento de impressora.
Medindo 10,2 por 15,5 por 21,6 centímetros, o TS-219P+ é um produto pequeno. Sua construção em metal escovado e plástico preto para a face frontal é bastante elegante. Ele conta com pequenos leds que indicam o funcionamento dos HDs, da porta Ethernet e das conexões eSata. O transporte dessa unidade não é dos mais sofríveis, já que ela pesa 2,9 Kg, o que não é muito para a categoria. Um de seus concorrentes diretos, o ix4-200d, da Iomega, pesa 5,5 Kg e mede 19,3 por 19,9 por 16,8 centímetros.
As 3 portas USB do produto permitem a conexão com outros dispositivos de armazenamento, impressoras de rede ou um adaptador Wi-Fi, que é vendido separadamente. Uma delas fica na face frontal, as demais na traseira, onde também estão as eSata e a Gibabit Ethernet.
A interface web tem um visual bonito, traz diversas funções e é fácil de usar, mas ela possui um grande e sério problema: travamentos e erros frequentes. Mas, se um uso frequente do painel não for necessário, esse problema não vai gerar tanto incômodo. Esse modelo da Qnap também traz cliente BitTorrent incorporado, faz downloads http, FTP e RapidShare.
O TS-219P+ oferece controle por usuários e grupos, permitindo a configuração de restrições de leitura e gravação, cotas de espaço para usuários e criação de várias contas simultaneamente (com prefixo e número sequencial). O Backup dos dados pode ser realizado via Apple Time Machine, dispositivo externo, EMC Retrospect, Cloud (Amazon S3 e ElephantDrive), além de um botão frontal para backup instantâneo, que pode ser configurado para melhor atender as necessidades do usuário.
A unidade é compatível com os protocolos CIFS/SMB, AFP (3.1), NFS, FTP, HTTP, HTTPS, Telnet, SSH, iSCSI e SNMP. Ela também oferece alertas via SMS e e-mail, emulação de disco virtual, montagem de ISO, de vigilância, servidor de MySQL e compartilhamento de impressora.
HD USB 3.0 da LaCie
Com um visual que foge um pouco à elegância de outros equipamentos da LaCie, o D2 pode não ser considerado bonito por todos, mas sua força na velocidade e interface descomplicada de gerenciamento fazem com que esse HD externo seja uma boa opção com interface USB 3.0. Nos testes do INFOlab o não tão grande, mas pesado storage atingiu 107,2 MB/s na leitura.
Com 1,7 Kg, o D2 não se importa com a portabilidade. Medindo 6 por 18,3 por 16,8 centímetros, esse HD requer alimentação externa, já que não estamos falando de um portátil. A proposta aqui é que ele more em seu escritório ou casa e gerencie os backups e arquivos de todas as suas máquinas. Para isso ele conta com um software de gerenciamento (compatível com Mac OS e Windows) bastante simples e com visual amigável. Para os usuários, o modelo oferece compatibilidade com o Time Machine.
Segundo a LaCie, a carcaça do D2 é desenvolvida para dissipar o calor com mais facilidade, evitando que ele se espalhe por toda a superfície do produto (como nas carcaças lisas). Não notamos nenhum problema com aquecimento durante os testes do INFOlab. O que percebemos foram as boas taxas de leitura e escrita do HD Tune Pro.
Com 1,7 Kg, o D2 não se importa com a portabilidade. Medindo 6 por 18,3 por 16,8 centímetros, esse HD requer alimentação externa, já que não estamos falando de um portátil. A proposta aqui é que ele more em seu escritório ou casa e gerencie os backups e arquivos de todas as suas máquinas. Para isso ele conta com um software de gerenciamento (compatível com Mac OS e Windows) bastante simples e com visual amigável. Para os usuários, o modelo oferece compatibilidade com o Time Machine.
Segundo a LaCie, a carcaça do D2 é desenvolvida para dissipar o calor com mais facilidade, evitando que ele se espalhe por toda a superfície do produto (como nas carcaças lisas). Não notamos nenhum problema com aquecimento durante os testes do INFOlab. O que percebemos foram as boas taxas de leitura e escrita do HD Tune Pro.
GoFlex de 1 TB
Uma das grandes vantagens da linha GoFlex – já testamos o modelo de 500 GB – são os adaptadores. Com eles é possível trocar a interface USB 3.0 para uma eSata ou FireWire 800, por exemplo. Cada adaptador é vendido separadamente. Para facilitar a vida do usuário só uma posição de encaixe é possível, além de um LED que indica se o HD está ligado e em atividade.
Esse modelo não é necessariamente leve. Os 260 gramas o tornam mais gordinho se comparado a concorrentes como o S2 Portable, da Samsung, que pesa 193 g (mas não oferece interface USB 3.0). A velocidade do GoFlex com a USB 3.0 é boa, mas se comparado a concorrentes como o Transcend StoreJet 18C3 (SSD) e o LaCie D2 (externo, mas não portátil) fica na retaguarda. Com a USB 2.0, a diferença entre o GoFlex e o SSD da Transcend é praticamente nula e ligeiramente inferior ao LaCie D2.
A carcaça de plástico brilhante azul é bonita, mas não muito funcional. Por ser lisa, ela escorrega muito em mesas, além de ser muito suscetível a riscos e quedas. Os 8,9 por 13,2 por 2 centímetros fazem do GoFlex um paralelepípedo fácil de ser carregado em uma mochila ou bolsa. O HD acompanha software próprio para backup automático e criptografia de dados.
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