O Google comprou 217 patentes da IBM em diferentes frentes, que vão de tecnologias wireless para telefones até widgets em javascript, informou o blog SEO by the Sea.
De acordo com a publicação, os valores da negociação ainda são desconhecidos.
A compra do acervo tem dois motivos: desenvolvimento de novos produtos e munição para eventuais causas judiciais. Entre as patentes adquiridas estão tecnologias para gerenciamento de e-mail, calendários on-line e transferência de aplicações web entre dispositivos.
No ano passado, em duas compras diferentes, realizadas em julho e em setembro, o Google adquiriu mais de 2.000 patentes da IBM.
Quando comprou a Motorola Mobility, em agosto do ano passado, por 12,5 bilhões de dólares, o Google adquiriu, ao mesmo tempo, um pacote com cerca de 17 mil patentes registradas e outras 7.000 esperando aprovação.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Roteador WNR1000
O roteador WNR1000, da Netgear, é uma boa pedida para manter uma rede doméstica sem problemas de distribuição. Trabalhando no padrão 802.11n, ele manteve o sinal forte e estável mesmo 16 metros distante do computador, durante nossos testes, e teve pouca variação de velocidade em função da distância. O modelo também se destaca pela boa relação entre custo e benefício. Está nas lojas por 169 reais.
Além de servir como ponto de acesso para outras redes, o equipamento possui quatro portas Fast Ethernet LAN e uma WAN. Talvez Gigabit Ethernet fosse a interface de rede mais apropriada. O roteador tem todos os recursos básicos, como suporte a DHCP, IP fixo, PPoE, redirecionamento de portas e servidor de DHCP estático e dinâmico.
O sistema de configuração tem menus em português fáceis de entender. É possível definir um limite de banda – e quando o valor é excedido, o modelo avisa por meio de um LED. O aparelho também conta com uma antena removível, que pode ser substituída por outra com maior eficiência.
Na segurança, o produto traz os protocolos WEP, WPA e WPA2, além de outros recursos geralmente presentes nesse tipo de aparelho, como filtro de URL e IP, anti-DoS, firewall e bloqueio por MAC. A interface web não tem o protocolo HTTPS, que protege a conexão entre o usuário e a interface de gerenciamento. Mesmo assim, a agilidade para acessar o painel é boa, com acesso restrito ao administrador.
Conexão estável
O Netgear WNR1000 passou por uma longa sessão de testes no INFOlab e não chegou a nos impressionar. Ele atingiu apenas 19,9 Mbps de pico na velocidade. A 16 metros do aparelho, com paredes de concreto como obstáculo, a velocidade ficou por volta de 18,9 Mbps, o que mostra a estabilidade do sinal. Pena que, mesmo utilizando a rede Wi-Fi no padrão n, o desempenho médio foi tímido – apenas 19,5 Mbps. A intensidade média do sinal ficou em 72%.
Além de servir como ponto de acesso para outras redes, o equipamento possui quatro portas Fast Ethernet LAN e uma WAN. Talvez Gigabit Ethernet fosse a interface de rede mais apropriada. O roteador tem todos os recursos básicos, como suporte a DHCP, IP fixo, PPoE, redirecionamento de portas e servidor de DHCP estático e dinâmico.
O sistema de configuração tem menus em português fáceis de entender. É possível definir um limite de banda – e quando o valor é excedido, o modelo avisa por meio de um LED. O aparelho também conta com uma antena removível, que pode ser substituída por outra com maior eficiência.
Na segurança, o produto traz os protocolos WEP, WPA e WPA2, além de outros recursos geralmente presentes nesse tipo de aparelho, como filtro de URL e IP, anti-DoS, firewall e bloqueio por MAC. A interface web não tem o protocolo HTTPS, que protege a conexão entre o usuário e a interface de gerenciamento. Mesmo assim, a agilidade para acessar o painel é boa, com acesso restrito ao administrador.
Conexão estável
O Netgear WNR1000 passou por uma longa sessão de testes no INFOlab e não chegou a nos impressionar. Ele atingiu apenas 19,9 Mbps de pico na velocidade. A 16 metros do aparelho, com paredes de concreto como obstáculo, a velocidade ficou por volta de 18,9 Mbps, o que mostra a estabilidade do sinal. Pena que, mesmo utilizando a rede Wi-Fi no padrão n, o desempenho médio foi tímido – apenas 19,5 Mbps. A intensidade média do sinal ficou em 72%.
Airport Express da Appl
Com tamanho bastante reduzido o roteador Airport Express, da Apple, parece muito uma fonte de MacBook. O pequeno pesa 212 gramas e conta com uma porta USB para impressoras e uma saída P2 para fones de ouvido. Com sinal não muito forte, esse roteador de padrão n é indicado para viagens e reuniões fora do escritório, já que em grandes distâncias as quedas na conexão são frequentes. O pequeno roteador é vendido por 369 reais.
O roteador minimalista da Apple trabalha espetado na tomada e possui uma porta de rede para receber o sinal da banda larga e distribuí-lo por Wi-Fi. A velocidade da rede montada no padrão n é boa (42,9 Mbps, em média, nos testes realizados no INFOlab), mas em alguns momentos o Airport Express apresentou dificuldades na autenticação em links de banda larga ADSL (Speedy).
Ele também tem uma porta USB e uma saída de áudio P2. A primeira serve para plugar uma impressora e deixá-la acessível a qualquer PC da rede doméstica. A saída P2 permite ligar o Airport Express a aparelhos de som para ouvir as músicas que estão nos micros conectados por Wi-Fi.
O roteador minimalista da Apple trabalha espetado na tomada e possui uma porta de rede para receber o sinal da banda larga e distribuí-lo por Wi-Fi. A velocidade da rede montada no padrão n é boa (42,9 Mbps, em média, nos testes realizados no INFOlab), mas em alguns momentos o Airport Express apresentou dificuldades na autenticação em links de banda larga ADSL (Speedy).
Ele também tem uma porta USB e uma saída de áudio P2. A primeira serve para plugar uma impressora e deixá-la acessível a qualquer PC da rede doméstica. A saída P2 permite ligar o Airport Express a aparelhos de som para ouvir as músicas que estão nos micros conectados por Wi-Fi.
Roteador TL-WR740N
Um roteador para casa deve ser simples de configurar, ter sinal forte para chegar a todos os cômodos e, principalmente, preço que não machuque o bolso. Mesmo não entregando toda a velocidade do Wi-Fi padrão n (300 mbps) o roteador TL-WR740N, da TP-Link, tem um bom nível de sinal e não falha na entrega dos 150 mbps. Por 99,9 reais, esse roteador é uma boa escolha para quem não quer gastar muito em sua rede de casa.
Com a carcaça em plástico branco, laterais com detalhes pretos e frente com indicadores pequenos na cor verde, o TL-WR740 é um roteador como outro qualquer. Com uma antena grande, o roteador conseguiu alcançar boas distâncias sem perder o sinal nos testes do INFOlab. Seu desempenho ficou dentro do esperado, mesmo não sendo no padrão n completo e entregando 150 mpbs.
Um ponto forte do modelo é sua interface de configuração, que mesmo em inglês é bastante simples. Um dos recursos, o “Bandwidth Control” (controle de banda), permite definir quanto cada endereço MAC vai utilizar da conexão. Isso pode ser útil em casa, não deixando que um computador atrapalhe a navegação dos outros, ou mesmo para evitar o controle de tráfego por excesso de downloads.
O roteador também conta com o recurso QSS (Quick Security Setup), que permite habilitar segurança de uma forma mais prática e sem complicações entre o roteador e um modem com a mesma tecnologia. O recurso pode ajudar a eliminar aquele vizinho mala que fica roubando sua conexão. A TP-Link oferece um guia, em inglês, que ensina a configurar o sistema.
Com a carcaça em plástico branco, laterais com detalhes pretos e frente com indicadores pequenos na cor verde, o TL-WR740 é um roteador como outro qualquer. Com uma antena grande, o roteador conseguiu alcançar boas distâncias sem perder o sinal nos testes do INFOlab. Seu desempenho ficou dentro do esperado, mesmo não sendo no padrão n completo e entregando 150 mpbs.
Um ponto forte do modelo é sua interface de configuração, que mesmo em inglês é bastante simples. Um dos recursos, o “Bandwidth Control” (controle de banda), permite definir quanto cada endereço MAC vai utilizar da conexão. Isso pode ser útil em casa, não deixando que um computador atrapalhe a navegação dos outros, ou mesmo para evitar o controle de tráfego por excesso de downloads.
O roteador também conta com o recurso QSS (Quick Security Setup), que permite habilitar segurança de uma forma mais prática e sem complicações entre o roteador e um modem com a mesma tecnologia. O recurso pode ajudar a eliminar aquele vizinho mala que fica roubando sua conexão. A TP-Link oferece um guia, em inglês, que ensina a configurar o sistema.
Storage da Qnap
O TS-219P+, da Qnap, é um paralelepípedo metálico capaz de armazenar, em dois HDs, 4 TB de dados com uma boa velocidade de escrita. Voltado para a pequena empresa, a pequena unidade de armazenamento é elegante, faz pouco ruído e traz 3 portas USB 2.0, 2 portas eSata, conexão Gigabith Ethernet e compatibilidade com diversos protocolos comuns no universo dos escritórios. Um ponto negativo do produto, levantado durante os testes do INFOlab, é a instabilidade da interface de configuração. Além de ser muito lenta, ela travou em diversos momentos. Essa característica mancha a reputação de um produto que custa 2.998 reais.
Medindo 10,2 por 15,5 por 21,6 centímetros, o TS-219P+ é um produto pequeno. Sua construção em metal escovado e plástico preto para a face frontal é bastante elegante. Ele conta com pequenos leds que indicam o funcionamento dos HDs, da porta Ethernet e das conexões eSata. O transporte dessa unidade não é dos mais sofríveis, já que ela pesa 2,9 Kg, o que não é muito para a categoria. Um de seus concorrentes diretos, o ix4-200d, da Iomega, pesa 5,5 Kg e mede 19,3 por 19,9 por 16,8 centímetros.
As 3 portas USB do produto permitem a conexão com outros dispositivos de armazenamento, impressoras de rede ou um adaptador Wi-Fi, que é vendido separadamente. Uma delas fica na face frontal, as demais na traseira, onde também estão as eSata e a Gibabit Ethernet.
A interface web tem um visual bonito, traz diversas funções e é fácil de usar, mas ela possui um grande e sério problema: travamentos e erros frequentes. Mas, se um uso frequente do painel não for necessário, esse problema não vai gerar tanto incômodo. Esse modelo da Qnap também traz cliente BitTorrent incorporado, faz downloads http, FTP e RapidShare.
O TS-219P+ oferece controle por usuários e grupos, permitindo a configuração de restrições de leitura e gravação, cotas de espaço para usuários e criação de várias contas simultaneamente (com prefixo e número sequencial). O Backup dos dados pode ser realizado via Apple Time Machine, dispositivo externo, EMC Retrospect, Cloud (Amazon S3 e ElephantDrive), além de um botão frontal para backup instantâneo, que pode ser configurado para melhor atender as necessidades do usuário.
A unidade é compatível com os protocolos CIFS/SMB, AFP (3.1), NFS, FTP, HTTP, HTTPS, Telnet, SSH, iSCSI e SNMP. Ela também oferece alertas via SMS e e-mail, emulação de disco virtual, montagem de ISO, de vigilância, servidor de MySQL e compartilhamento de impressora.
Medindo 10,2 por 15,5 por 21,6 centímetros, o TS-219P+ é um produto pequeno. Sua construção em metal escovado e plástico preto para a face frontal é bastante elegante. Ele conta com pequenos leds que indicam o funcionamento dos HDs, da porta Ethernet e das conexões eSata. O transporte dessa unidade não é dos mais sofríveis, já que ela pesa 2,9 Kg, o que não é muito para a categoria. Um de seus concorrentes diretos, o ix4-200d, da Iomega, pesa 5,5 Kg e mede 19,3 por 19,9 por 16,8 centímetros.
As 3 portas USB do produto permitem a conexão com outros dispositivos de armazenamento, impressoras de rede ou um adaptador Wi-Fi, que é vendido separadamente. Uma delas fica na face frontal, as demais na traseira, onde também estão as eSata e a Gibabit Ethernet.
A interface web tem um visual bonito, traz diversas funções e é fácil de usar, mas ela possui um grande e sério problema: travamentos e erros frequentes. Mas, se um uso frequente do painel não for necessário, esse problema não vai gerar tanto incômodo. Esse modelo da Qnap também traz cliente BitTorrent incorporado, faz downloads http, FTP e RapidShare.
O TS-219P+ oferece controle por usuários e grupos, permitindo a configuração de restrições de leitura e gravação, cotas de espaço para usuários e criação de várias contas simultaneamente (com prefixo e número sequencial). O Backup dos dados pode ser realizado via Apple Time Machine, dispositivo externo, EMC Retrospect, Cloud (Amazon S3 e ElephantDrive), além de um botão frontal para backup instantâneo, que pode ser configurado para melhor atender as necessidades do usuário.
A unidade é compatível com os protocolos CIFS/SMB, AFP (3.1), NFS, FTP, HTTP, HTTPS, Telnet, SSH, iSCSI e SNMP. Ela também oferece alertas via SMS e e-mail, emulação de disco virtual, montagem de ISO, de vigilância, servidor de MySQL e compartilhamento de impressora.
HD USB 3.0 da LaCie
Com um visual que foge um pouco à elegância de outros equipamentos da LaCie, o D2 pode não ser considerado bonito por todos, mas sua força na velocidade e interface descomplicada de gerenciamento fazem com que esse HD externo seja uma boa opção com interface USB 3.0. Nos testes do INFOlab o não tão grande, mas pesado storage atingiu 107,2 MB/s na leitura.
Com 1,7 Kg, o D2 não se importa com a portabilidade. Medindo 6 por 18,3 por 16,8 centímetros, esse HD requer alimentação externa, já que não estamos falando de um portátil. A proposta aqui é que ele more em seu escritório ou casa e gerencie os backups e arquivos de todas as suas máquinas. Para isso ele conta com um software de gerenciamento (compatível com Mac OS e Windows) bastante simples e com visual amigável. Para os usuários, o modelo oferece compatibilidade com o Time Machine.
Segundo a LaCie, a carcaça do D2 é desenvolvida para dissipar o calor com mais facilidade, evitando que ele se espalhe por toda a superfície do produto (como nas carcaças lisas). Não notamos nenhum problema com aquecimento durante os testes do INFOlab. O que percebemos foram as boas taxas de leitura e escrita do HD Tune Pro.
Com 1,7 Kg, o D2 não se importa com a portabilidade. Medindo 6 por 18,3 por 16,8 centímetros, esse HD requer alimentação externa, já que não estamos falando de um portátil. A proposta aqui é que ele more em seu escritório ou casa e gerencie os backups e arquivos de todas as suas máquinas. Para isso ele conta com um software de gerenciamento (compatível com Mac OS e Windows) bastante simples e com visual amigável. Para os usuários, o modelo oferece compatibilidade com o Time Machine.
Segundo a LaCie, a carcaça do D2 é desenvolvida para dissipar o calor com mais facilidade, evitando que ele se espalhe por toda a superfície do produto (como nas carcaças lisas). Não notamos nenhum problema com aquecimento durante os testes do INFOlab. O que percebemos foram as boas taxas de leitura e escrita do HD Tune Pro.
GoFlex de 1 TB
Uma das grandes vantagens da linha GoFlex – já testamos o modelo de 500 GB – são os adaptadores. Com eles é possível trocar a interface USB 3.0 para uma eSata ou FireWire 800, por exemplo. Cada adaptador é vendido separadamente. Para facilitar a vida do usuário só uma posição de encaixe é possível, além de um LED que indica se o HD está ligado e em atividade.
Esse modelo não é necessariamente leve. Os 260 gramas o tornam mais gordinho se comparado a concorrentes como o S2 Portable, da Samsung, que pesa 193 g (mas não oferece interface USB 3.0). A velocidade do GoFlex com a USB 3.0 é boa, mas se comparado a concorrentes como o Transcend StoreJet 18C3 (SSD) e o LaCie D2 (externo, mas não portátil) fica na retaguarda. Com a USB 2.0, a diferença entre o GoFlex e o SSD da Transcend é praticamente nula e ligeiramente inferior ao LaCie D2.
A carcaça de plástico brilhante azul é bonita, mas não muito funcional. Por ser lisa, ela escorrega muito em mesas, além de ser muito suscetível a riscos e quedas. Os 8,9 por 13,2 por 2 centímetros fazem do GoFlex um paralelepípedo fácil de ser carregado em uma mochila ou bolsa. O HD acompanha software próprio para backup automático e criptografia de dados.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Samsung CLP-325W Laser
A CLP-325W, da Samsung, é rápida no que faz. Imprimiu 12,8 páginas por minuto nos testes do INFOlab. Com fotos em A4, a marca foi de 3,8 páginas. O bom desempenho, somado a seu tamanho e forma, faz com que ela seja indicada para quem imprime em grande volume em casa. Conectada à internet por rede sem fio ou cabeada, não tem problemas para trabalhar a distância. As fotos impressas têm contraste pouco acima da média, mas as cores perdem brilho e, em alguns casos, ficam opacas. Outro ponto fraco do aparelho é a bandeja de alimentação. Ela é frágil e tem um projeto complicado, o que torna seu manuseio difícil. A CLP-325W pode ser encontrada por 649 reais.
A definição e diferenciação das cores, mesmo acima da média, apresenta pequenas manchas, sobretudo na qualidade média. Outro ponto negativo na impressão à cores é o resultado ligeiramente esbranquiçado. Normalmente as impressões a laser apresentam um aspecto brilhante característico, o que não acontece na CLP-325W. A qualidade das impressões em preto e branco (principalmente texto) é muito boa. Um ponto negativo, no entanto, é a ausência de duplex automático, comum na concorrência.
A bandeja dessa Samsung, com capacidade para 130 folhas, trabalha com os formatos A4, A5, A6, Carta, Legal, Executive, Folio, ISO B5, JIS B5, Transparências(Mono Print Only), Glossy Photo220 g/m2, Envelope, Etiquetas e Cardstock. A instalação é bastante simples, bem como a configuração e ajuste.
A conexão pode ser feita por Wi-Fi, USB ou Ethernet. A rede sem fio pode ser configurada via WPS ou usando uma conexão física (USB ou Ethernet) até um computador. A impressora é compatível com Windows 2000/XP/2003/Vista/2008/7/2008 R2, Mac OS X 10.3 - 10.6 e algumas distribuições Linux.
O toner da CLP-325W pode ser encontrado por 220 reais (consulta a diversos sites em 15/05).
A definição e diferenciação das cores, mesmo acima da média, apresenta pequenas manchas, sobretudo na qualidade média. Outro ponto negativo na impressão à cores é o resultado ligeiramente esbranquiçado. Normalmente as impressões a laser apresentam um aspecto brilhante característico, o que não acontece na CLP-325W. A qualidade das impressões em preto e branco (principalmente texto) é muito boa. Um ponto negativo, no entanto, é a ausência de duplex automático, comum na concorrência.
A bandeja dessa Samsung, com capacidade para 130 folhas, trabalha com os formatos A4, A5, A6, Carta, Legal, Executive, Folio, ISO B5, JIS B5, Transparências(Mono Print Only), Glossy Photo220 g/m2, Envelope, Etiquetas e Cardstock. A instalação é bastante simples, bem como a configuração e ajuste.
A conexão pode ser feita por Wi-Fi, USB ou Ethernet. A rede sem fio pode ser configurada via WPS ou usando uma conexão física (USB ou Ethernet) até um computador. A impressora é compatível com Windows 2000/XP/2003/Vista/2008/7/2008 R2, Mac OS X 10.3 - 10.6 e algumas distribuições Linux.
O toner da CLP-325W pode ser encontrado por 220 reais (consulta a diversos sites em 15/05).
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Epson Workforce T42WD
Quem olha rapidamente para a T42WD de imediato pode pensar que o aparelho é um multifuncional, mas na verdade ela é uma jato de tinta simples e funcional. A impressora trabalha com quatro cartuchos de tinta individuais (CMYK), além de contar com Wi-Fi, USB e Ethernet, o que facilita o trabalho e gerenciamento em rede. Nos testes do INFOlab notamos que o material da T42WD não é dos mais resistentes, tanto na bandeja de impressão como na tampa que protege todo o mecanismo de impressão e troca de cartuchos. Por 499 reais, essa impressora tem boa autonomia e qualidade de impressão razoável.
Os ajustes da bandeja, que definem o tamanho de papel utilizado (maior tamanho é o A4) são bem frágeis e difíceis de lidar. A bandeja também possui uma proteção removível. Derrubamos a peça mais de uma vez durante os testes. A tampa que protege os cartuchos também não é muito resistente. Feita em plástico fino, ela é maleável. A impressão não é interrompida quando a tampa é levantada. Esse é um ponto negativo, principalmente em uma casa com crianças pequenas.
A configuração do Wi-Fi é simples e pode ser feita por WPS ou conectando a impressora em um computador, via USB. Nesse último caso, é preciso instalar um software (incluso no CD que acompanha a impressora) e seguir os passos de um assistente. O processo é bastante simples mas, nos testes, foi preciso repeti-lo três vezes (nas duas primeiras tentativas, o computador não reconhecia a impressora). Feito isso, o equipamento funcionou normalmente, tal como se estivesse conectado por cabo. No Mac OS não é necessário instalar o software. O sistema baixa automaticamente os drivers se conectado à internet.
A fidelidade das cores e o nível de contraste são razoáveis. A nitidez, no entanto, é prejudicada em imagens com muitos elementos. Fotos de areia e concreto, por exemplo, passam a ideia de um corpo único e chapado, sem muita distinção nos pontos. A velocidade de impressão é de 38 páginas por minuto.
O preço do conjunto de cartuchos (colorido e preto) sai por 205,96 reais, deixando o custo por página a 60 centavos de real, deixando a impressora na média da categoria.
Os ajustes da bandeja, que definem o tamanho de papel utilizado (maior tamanho é o A4) são bem frágeis e difíceis de lidar. A bandeja também possui uma proteção removível. Derrubamos a peça mais de uma vez durante os testes. A tampa que protege os cartuchos também não é muito resistente. Feita em plástico fino, ela é maleável. A impressão não é interrompida quando a tampa é levantada. Esse é um ponto negativo, principalmente em uma casa com crianças pequenas.
A configuração do Wi-Fi é simples e pode ser feita por WPS ou conectando a impressora em um computador, via USB. Nesse último caso, é preciso instalar um software (incluso no CD que acompanha a impressora) e seguir os passos de um assistente. O processo é bastante simples mas, nos testes, foi preciso repeti-lo três vezes (nas duas primeiras tentativas, o computador não reconhecia a impressora). Feito isso, o equipamento funcionou normalmente, tal como se estivesse conectado por cabo. No Mac OS não é necessário instalar o software. O sistema baixa automaticamente os drivers se conectado à internet.
A fidelidade das cores e o nível de contraste são razoáveis. A nitidez, no entanto, é prejudicada em imagens com muitos elementos. Fotos de areia e concreto, por exemplo, passam a ideia de um corpo único e chapado, sem muita distinção nos pontos. A velocidade de impressão é de 38 páginas por minuto.
O preço do conjunto de cartuchos (colorido e preto) sai por 205,96 reais, deixando o custo por página a 60 centavos de real, deixando a impressora na média da categoria.
Stylus Pro 3880
O modelo é uma boa opção para imprimir o álbum digital. Em papel fotográfico consegue alta definição e cores muito fiéis às imagens originais. A impressora faz isso porque, em vez de quatro, utiliza nove cartuchos, aumentando as nuances de cada tom até em papéis de padrão A2 – tamanho máximo que aceita. No papel sulfite comum, no entanto, a qualidade cai muito. As imagens perdem definição e contraste, algo que não deveria acontecer numa impressora de preço tão alto. Ela não é muito rápida para imprimir e, se a velocidade (0,24 ppm nos testes do INFOlab) não incomodar, suas dimensões podem desagradar. Ela também poderia ter acesso à rede Wi-Fi.
A impressora não apresenta problemas de compatibilidade com o Snow Leopard, e no Windows a instalação segue sem nenhuma complicação. O driver possibilita ajustes precisos, mas a quantidade de opções pode confundir usuários iniciantes. Essa complexidade é agravada pelo fato de que não há manual cadastrado no site brasileiro da Epson, só podendo ser encontrada uma versão em inglês no site americano.
O visor no topo da Stylus 3880 exibe informações básicas como a carga de cada cartucho, o número de paginas impressas e consumo de tinta. Também é possível utilizá-lo para fazer ajustes simples quanto ao tamanho do papel e a configuração de rede. A impressora se conecta ao PC pela porta USB 2.0 ou pela Fast Ethernet. Infelizmente o modelo não conta com Wi-Fi.
O preço do conjunto de cartuchos totaliza 1.341 reais (cada um a 149 reais). Pode parecer intimidador, mas o uso de nove cartuchos torna a impressão mais eficiente, o que resulta em economia de tinta. A 3880 também possui o selo Energy Star, concedido pelo governo americano a produtos com baixo consumo de energia.
As impressões tem boa definição de imagem, principalmente a fidelidade das cores. No entanto, há pequenas distorções em alguns pontos – diferenças na cor em algumas regiões – e uma granulação ligeiramente perceptível nas fotos. Como dito anteriormente, a 3880 não é das mais rápidas. Nos testes do INFOlab ela registrou 2,5 páginas de texto por minuto e demorou 51 segundos para imprimir uma foto no tamanho A4.
As medidas de 68 por 25,5 por 37,5 centímetros e os 19,59 kg fazem da 3880 um trambolho. A carcaça da impressora é feita de plástico, assim como suas bandejas retráteis, que aparentam fragilidade. A 3880 tem capacidade para 120 folhas A4 na bandeja.
A impressora não apresenta problemas de compatibilidade com o Snow Leopard, e no Windows a instalação segue sem nenhuma complicação. O driver possibilita ajustes precisos, mas a quantidade de opções pode confundir usuários iniciantes. Essa complexidade é agravada pelo fato de que não há manual cadastrado no site brasileiro da Epson, só podendo ser encontrada uma versão em inglês no site americano.
O visor no topo da Stylus 3880 exibe informações básicas como a carga de cada cartucho, o número de paginas impressas e consumo de tinta. Também é possível utilizá-lo para fazer ajustes simples quanto ao tamanho do papel e a configuração de rede. A impressora se conecta ao PC pela porta USB 2.0 ou pela Fast Ethernet. Infelizmente o modelo não conta com Wi-Fi.
O preço do conjunto de cartuchos totaliza 1.341 reais (cada um a 149 reais). Pode parecer intimidador, mas o uso de nove cartuchos torna a impressão mais eficiente, o que resulta em economia de tinta. A 3880 também possui o selo Energy Star, concedido pelo governo americano a produtos com baixo consumo de energia.
As impressões tem boa definição de imagem, principalmente a fidelidade das cores. No entanto, há pequenas distorções em alguns pontos – diferenças na cor em algumas regiões – e uma granulação ligeiramente perceptível nas fotos. Como dito anteriormente, a 3880 não é das mais rápidas. Nos testes do INFOlab ela registrou 2,5 páginas de texto por minuto e demorou 51 segundos para imprimir uma foto no tamanho A4.
As medidas de 68 por 25,5 por 37,5 centímetros e os 19,59 kg fazem da 3880 um trambolho. A carcaça da impressora é feita de plástico, assim como suas bandejas retráteis, que aparentam fragilidade. A 3880 tem capacidade para 120 folhas A4 na bandeja.
GTX 470
A GTX 470, de 1280 MB de memória, segue no topo da montanha de placas de vídeo NVIDIA, abaixo somente dos produtos da série 500, mal tirados do forno, e da GTX 480, com a qual compartilha o chip GF100. A aceleradora é baseada na vigente arquitetura Fermi e possui 1280 megabytes de memória GDDR5, cuja interface é de 320 bits. A versão que testamos,fabricada pela Galaxy, vem com overclock por padrão (assim como praticamente todas as outras versões disponíveis para venda): o processador roda a 625 MHz, ao invés dos 607 MHz originais. A GTX 470, num PC de boa configuração, é capaz de rodar qualquer jogo com alto nível de detalhe, inclusive os feitos para DirectX 11 e é encontrada por 1100 reais, em média aproximada.
A vida da GTX 470 não é fácil. Está sob os olhares de entusiastas dispostos a desembolsar uma bela quantia por uma placa e que, sem dúvidas, pesquisaram infinitamente antes de se decidir pela compra. Levando em consideração os valores, ela compete com a queridinha do custo benefício GTX 460, a topo-de-linha da família 400 (GTX 480), a GTX 465, e, obviamente, as placas AMD: HD 6850, HD 6870 e HD 5870. Também entram na lista de oponentes as GeForce mais novas, GTX 580 e GTX 570.
Prós Configuração forte e bom desempenho em jogos com tessellation; DirectX 11
GTX 580
A GeForce GTX 580, da Nvidia, seria equivalente a um F1. Esse, que é o motor mais potente para jogadores de PC, traz 1,5 GB de memória GDDR5, 512 processadores de stream e a maior compatibilidade com tessellation (tesselação) existente no mercado. No entanto, todo esse poder de fogo esvazia qualquer bolso. Quem se interessar pode levar a GTX 580 para casa pela bagatela de 1.699 reais, isso se ela couber em seu gabinete, pois ela é uma das placas de vídeo mais compridas.
Um dos pontos fortes dessa placa é sua configuração parruda. Ela trabalha com 512 processadores de stream, o clock da GPU crava 772 MHz e os 1,5 GB de memória GDDR5 trabalham em 384 bits. Para completar o quadro, a tecnologia Fermi, que entre outras coisas, é a primeira a apresentar uma verdadeira hierarquia de cache. Isso, segundo a Nvidia, melhora o compartilhamento de dados da GPU por L2 cache unificada e também permite a correção de erros sem interrupção. Que, no bom e velho português significa: mais velocidade e menos engasgo nos games.
Um dos pontos fortes dessa placa é sua configuração parruda. Ela trabalha com 512 processadores de stream, o clock da GPU crava 772 MHz e os 1,5 GB de memória GDDR5 trabalham em 384 bits. Para completar o quadro, a tecnologia Fermi, que entre outras coisas, é a primeira a apresentar uma verdadeira hierarquia de cache. Isso, segundo a Nvidia, melhora o compartilhamento de dados da GPU por L2 cache unificada e também permite a correção de erros sem interrupção. Que, no bom e velho português significa: mais velocidade e menos engasgo nos games.
Prós: Desempenho alto e temperatura baixa, o que dá boa margem para overclock
HD 6870
A placa de vídeo HD 6870, da AMD, está entre as mais recentes e poderosas aceleradoras da fabricante. Sua relação custo-benefício é alta: graças aos 1024 MB de memória GDDR5, com interface de 256 bits e que trabalha a 4,2 GHz, ao lado do seu processador Barts, com 900 MHz de clock, a controladora faz valer os 899 reais normalmente pedidos no mercado. No INFOlab, a placa apresentou resultados variados, mas, no geral, muito positivos – chegou a desbancar a GeForce GTX 580 no Crysis. Testamos a versão construída pela própria AMD/ATI, sem overclock por padrão e cujo design consideramos muito belo, com uma ressalva: seus 26,3 centímetros de profundidade não serão benvindos em qualquer gabinete.
Toda preta, com desenhos fluídos e detalhados em vermelho, o visual desta Radeon foi praticamente uma unanimidade no INFOlab. Sua ventoinha também é rubra, com o selo da fabricante norte-americana no seu centro. Ao invés do PCB (circuito impresso) ser colorido no tradicional verde, a HD 6870 o possui todo negro – muito mais interessante do ponto de vista estético. Além disso, destoando de grande parte dos produtos voltados a gamers, este tijolo preto não é espalhafatoso, garantindo, provavelmente, um nível de rejeição menor entre potenciais compradores.
É importante salientar que a HD 6870 não é somente comprida, como também toma duas das baias traseiras do gabinete. Mas não é para menos: além dessa dimensão ser importante para o sistema de arrefecimento, essa parte da placa agrega as saídas de vídeo: duas DVI, uma HDMI 1.4a e duas mini DisplayPort. Com o uso da tecnologia EyeFintity, a Radeon pode mandar a imagem para até múltiplos monitores simultâneos e sincronizados. A fonte recomendada para alimentar esta Radeon, pelos dois conectores de seis pinos, é de 600 watts para cima.
Toda preta, com desenhos fluídos e detalhados em vermelho, o visual desta Radeon foi praticamente uma unanimidade no INFOlab. Sua ventoinha também é rubra, com o selo da fabricante norte-americana no seu centro. Ao invés do PCB (circuito impresso) ser colorido no tradicional verde, a HD 6870 o possui todo negro – muito mais interessante do ponto de vista estético. Além disso, destoando de grande parte dos produtos voltados a gamers, este tijolo preto não é espalhafatoso, garantindo, provavelmente, um nível de rejeição menor entre potenciais compradores.
É importante salientar que a HD 6870 não é somente comprida, como também toma duas das baias traseiras do gabinete. Mas não é para menos: além dessa dimensão ser importante para o sistema de arrefecimento, essa parte da placa agrega as saídas de vídeo: duas DVI, uma HDMI 1.4a e duas mini DisplayPort. Com o uso da tecnologia EyeFintity, a Radeon pode mandar a imagem para até múltiplos monitores simultâneos e sincronizados. A fonte recomendada para alimentar esta Radeon, pelos dois conectores de seis pinos, é de 600 watts para cima.
Prós: Muito bom desempenho, graças a sua força bruta
Radeon HD 5870
A atual placa de vídeo mais veloz do mercado, a Ares, da Asus, é um foguete com duas GPUs Radeon HD 5870 e 4 GB de memória em um único corpo produzido em uma série limitada de 1 000 unidades. Ela pesa mais de dois quilos, ocupa a área de três slots dentro do gabinete e exige uma fonte modular de pelo menos 750 watts (o ideal é uma de 1 000 watts). Como esperado, o desempenho da Ares nos testes do INFOlab foi arrasador. Seu elaborado sistema de refrigeração também merece aplausos por manter a temperatura das GPUs abaixo de 64 graus durante as partidas. Muito apropriadamente, a Ares é vendida em uma maleta parecida com aquelas que costumam aparecer nos filmes transportando artefatos letais. Curtiu? Então aproveite o momento até descobrir o preço do brinquedo, que é de 4.599 reais.
Força bruta é o lema dessa placa. Somando os processadores de stream das duas Radeon HD 5870 atingimos o enorme valor de 3.200 unidades. O clock das GPUs é de 850 MHz, são 2 GB de memória GDDR5 de 256 bits com clock de 4.800 MHz em cada uma delas. Um ponto que impressiona logo de cara na Ares, além das suas medidas de 6 por 15,2 por 30,3 centímetros, é seu sistema de arrefecimento.
Um cooler bastante potente, localizado no centro da carcaça de design agressivo da placa, se une a um sistema de cobre, que tem como objetivo dissipar o enorme calor produzido pelas GPUs. Nos testes do INFOlab, a gigante se mostrou muito eficiente nesse ponto. A temperatura máxima registrada (nas horas de maior jogatina) foi de 64º C, o que é um valor baixo, se comparado aos 67º da GTX 580, da Nvidia ou da HD 6850, da ATI, que registrou 75º
Força bruta é o lema dessa placa. Somando os processadores de stream das duas Radeon HD 5870 atingimos o enorme valor de 3.200 unidades. O clock das GPUs é de 850 MHz, são 2 GB de memória GDDR5 de 256 bits com clock de 4.800 MHz em cada uma delas. Um ponto que impressiona logo de cara na Ares, além das suas medidas de 6 por 15,2 por 30,3 centímetros, é seu sistema de arrefecimento.
Um cooler bastante potente, localizado no centro da carcaça de design agressivo da placa, se une a um sistema de cobre, que tem como objetivo dissipar o enorme calor produzido pelas GPUs. Nos testes do INFOlab, a gigante se mostrou muito eficiente nesse ponto. A temperatura máxima registrada (nas horas de maior jogatina) foi de 64º C, o que é um valor baixo, se comparado aos 67º da GTX 580, da Nvidia ou da HD 6850, da ATI, que registrou 75º
Prós Configuração extrema e ótimo sistema para dissipar calor
domingo, 29 de maio de 2011
Monitor AOC 936SWA
Um monitor que entregue bom desempenho e não pese no bolso, o 936Swa, da AOC, é uma opção interessante. Mesmo sem resolução full HD, ele oferece imagens de qualidade em sua tela de 18,5 polegadas. Para quebrar o galho na ausência de caixinhas e subwoofer, o modelo tem até som embutido. O design quadradão lembra a primeira geração de monitores LCD, mas está compatível com o preço de 519 reais.
Feito para uso em escritórios, o 936Swa possui boas especificações. Com resolução máxima de 1.366 por 768 pixels, ele tem contraste dinâmico de 30:000:1 e tempo de resposta de 5 milissegundos. A tela tem brilho de 250 cd/m2, com ângulo de visão de até 160 graus. Com o monitor ligado, notamos cores e contrastes bem equilibrados durante os testes do INFOLAB. No quesito energia, o aparelho consome 19 watts, quando está ligado, e 2 watts em espera.
O AOC 936Swa conta com alto-falantes embutidos que quebram o galho para uso no escritório, mas não se comparam a um bom conjunto de caixas acústicas com subwoofer. Os botões de controle são sensíveis ao toque e se localizam na lateral do monitor. Nas conexões, ele traz apenas uma porta D-Sub, P2 estéreo e um extensor USB. Este último ajuda bastante quem não tem um PC com entrada USB de fácil acesso. O principal ponto fraco é a falta de uma conexão DVI.
sábado, 28 de maio de 2011
LG Monitor LED M2280A
O M2280A, da LG, é um monitor de resolução Full HD, bom para quem é entusiasta da convergência digital, ou simplesmente quer poupar uma grana: por causa de suas conexões HDMI, RGB, RCA e para antena de TV analógica, sua tela de 21,5 polegadas também faz as vezes de televisor. O LCD pode se ligar ao computador via cabo VGA e é retroiluminado por LED, o que torna seu consumo de energia reduzido em relação a dispositivos de cristal líquido mais antigos. Suas caixas de som embutidas não são nada de especial, ao contrário da alta taxa de contraste dinâmico proporcionada pela retroiluminação. Um controle remoto está incluído no pacote, que sai por 775 reais, em média de valores encontrados no varejo.
Para quem busca um monitor LCD novo, é difícil imaginar que a tecnologia LED seja posta de lado. Na verdade, a enorme taxa relativa de contraste dinâmico faz com que a maior parte dos consumidores, também seduzidos pela grande publicidade em torno dos tais painéis retroiluminados, tenham-nos no topo da lista. No caso do M2280A, tal taxa é de 5.000.000:1, até 100 vezes maior que a própria LG apresenta em monitores de cristal líquido menos recentes. Se, por um lado, esse dado não condiz com a realidade, pelo outro é possível notar, de fato, maior distinção entre preto e branco em telas equipadas com os LED – diodos emissores de luz.
O M2280A possui visual convencional, quando comparado a monitores que não exercem a função de TV. A única diferença, na parte da frente, que poderia acusar o recurso televisivo, são os minúsculos textos descritivos para os botões de volume e canal. Botões que, apesar da elegância graças aos sensores que os fazem sensíveis ao menor deslize do dedo, levam a um menu feio e pouco completo. Boas, mesmo, são a base destacável e a furação de padrão VESA, que tornam o monitor/TV próprio para a parede.
Para quem busca um monitor LCD novo, é difícil imaginar que a tecnologia LED seja posta de lado. Na verdade, a enorme taxa relativa de contraste dinâmico faz com que a maior parte dos consumidores, também seduzidos pela grande publicidade em torno dos tais painéis retroiluminados, tenham-nos no topo da lista. No caso do M2280A, tal taxa é de 5.000.000:1, até 100 vezes maior que a própria LG apresenta em monitores de cristal líquido menos recentes. Se, por um lado, esse dado não condiz com a realidade, pelo outro é possível notar, de fato, maior distinção entre preto e branco em telas equipadas com os LED – diodos emissores de luz.
O M2280A possui visual convencional, quando comparado a monitores que não exercem a função de TV. A única diferença, na parte da frente, que poderia acusar o recurso televisivo, são os minúsculos textos descritivos para os botões de volume e canal. Botões que, apesar da elegância graças aos sensores que os fazem sensíveis ao menor deslize do dedo, levam a um menu feio e pouco completo. Boas, mesmo, são a base destacável e a furação de padrão VESA, que tornam o monitor/TV próprio para a parede.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
LG Flatron W2363D
Feito em plástico preto brilhante, o monitor não chama atenção por sua aparência, mas também não pode ser considerado feio. O W2363D não é dos mais finos, pois sua fonte é interna. Mas sua espessura de mais de 10 centímetros (20 centímetros contando a base) não chega a incomodar. Na parte inferior há um acabamento cilíndrico, no qual há uma entrada para fone de ouvido na lateral esquerda e uma roda de controle para o recurso Tru-Light.
O Tru-Light é um painel luminoso, localizado na parte frontal da base cilíndrica do monitor. Ele gera luzes que se animam conforme o modo selecionado pelo usuário (game, música ou filme). Quando o modo música é selecionado as luzes acompanham as batidas da música. O recurso pode ser interessante para alguns usuários, mas no geral ele não acrescenta muito. Seria mais interessante uma iluminação nas teclas de ajuste sensíveis ao toque, localizadas do lado inferior direito do monitor. Em um ambiente com pouca luminosidade fica quase impossível selecionar corretamente as opções.
A navegação pelo menu de configuração não é das mais intuitivas. Leva certo tempo para o usuário se acostumar e fazer tudo sem complicações. O visual dos menus também não é dos melhores. A sensibilidade dos botões é boa e não há problemas com esbarrões de fios. A base só possui ajustes de inclinação, que variam de 5 até 15 graus. Na parte traseira ele conta com duas portas HDMI (1.3), saída DVI e duas portas P2 para áudio (entrada e saída).
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